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quinta-feira, 2 de novembro de 2023
segunda-feira, 2 de outubro de 2023
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sábado, 8 de agosto de 2020
“Candidato
Mula”
Segundo o mundoeducação.bol.uol.com.br/biologia, mula é o nome dado ao filhote fêmea do cruzamento
entre o jumento, também chamado de asno ou jegue (Equus
asinus), com a égua, ou cavalo fêmea (Equus
caballus). Quando se trata de um macho
resultante desse cruzamento, falamos em burro.
Como são animais resultantes do cruzamento entre espécies com número de
cromossomos diferentes, apresentando número ímpar de cromossomos, burros e
mulas tendem a nascer estéreis.
Mas
o que o termo mula tem a ver com candidatos que disputam as
eleições municipais, estaduais e federais? Vou tentar explicar:
No
final da década de noventa e no início dos anos dois mil, o Sr. Milton
Giancoli, pertencente a uma das famílias tradicionais de Ibiúna e que chegou a
ser Secretário Municipal em mais de uma gestão, popularizou a palavra "mula" em
um jornal que ele mesmo editava e publicava, não ao se referir a um animal
quadrúpede, mas sim, ao candidato a vereador que disputava uma eleição
simplesmente para somar votos ao chamado quociente eleitoral do partido, mas
não ganhava a eleição. Este era apenas um “candidato mula” que
carregava votos para eleger aqueles que eram mais bem votados dentro do grupo
que disputava uma vaga ao Legislativo Municipal.
Esse termo “candidato mula” vai entrar novamente em moda
nas próximas eleições. E vai até extrapolar. Agora, além do “candidato
mula” vai haver também o “partido mula”. O partido que vai
apenas apoiar um candidato a prefeito, e não vai receber os votos de legenda.
E
para aqueles que não conseguirem se eleger, me contem depois como foi
participar como “candidato mula”.
Professor João Pereira
Leite
domingo, 19 de julho de 2020
segunda-feira, 15 de julho de 2019
domingo, 24 de dezembro de 2017
domingo, 26 de novembro de 2017
sábado, 18 de novembro de 2017
quinta-feira, 6 de abril de 2017
Base Nacional
Comum antecipa Alfabetização para o 2º Ano
Na
manhã de 06 de abril de 2017, o MEC, com atraso e sem tratar do Ensino Médio,
apresentou a terceira e última versão da Base Nacional Comum Curricular (BNCC),
que é formada por quatro áreas do conhecimento: Matemática, Ciências da
Natureza, Linguagens e Ciências Humanas. Esse documento estava previsto para
junho de 2016.
Segundo
informa Letícia Carvalho, G1, a BNCC é considerada
fundamental para reduzir desigualdades na educação no Brasil e que
diferentemente daqui, em países desenvolvidos eles já organizam o ensino por
meio de bases nacionais. Nesse documento estão definidas as linhas gerais do
que os alunos das 190 mil escolas do país devem aprender a cada ano.
Informa também que a
base ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e
depois homologada pelo ministro da Educação. Mesmo após essas etapas, ela só
terá efeito na sala de aula quando estados e municípios reelaborarem os seus
currículos: serão eles que detalharão como será abordada cada uma das metas ou
eixos da BNCC em sala de aula. O que deverá ocorrer somente a partir de 2019.
A jornalista de O
Globo lista os principais pontos da BNCC do Ensino Infantil e Fundamental.
1. O Ensino Religioso
foi excluído da terceira versão; MEC alega respeitar lei que determina que tema
seja optativo e que é competência dos sistemas de ensino estadual e municipal
definir regulamentação.
2. O conteúdo de
história passa a ser organizado segundo a cronologia dos fatos e não mais como
queriam alguns especialistas na primeira versão em que excluía a história
antiga europeia, como Grécia e Roma.
3. A língua inglesa
será o idioma a ser ensinado obrigatoriamente; versão anterior da BNCC deixava
escolha da língua a cargo das redes de ensino.
4. O conceito de
gênero não é trabalhado no conteúdo; MEC diz que texto defende "respeito à
pluralidade".
5. Texto aponta 10
competências que os alunos devem desenvolver ao longo desta fase da
educação. Uma delas é "utilizar tecnologias digitais de comunicação e
informação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética".
6. Toda criança deve estar plenamente alfabetizada até o fim do segundo ano; na versão anterior, o prazo era até o terceiro ano.
7. A Educação
Infantil ganha parâmetros de quais são os "direitos de aprendizagem e
desenvolvimento" para bebês e crianças com menos de seis anos.
8. O Conteúdo do
Ensino Médio não é alvo desse documento; ele será abordado em texto específico
aguardado para o segundo semestre de 2017.
Segundo Maria
Helena Guimarães de Castro, secretária executiva do MEC, pela primeira vez, o
Brasil terá uma base que define o conjunto de aprendizagens essenciais a que
todos os estudantes têm direito na Educação Básica. Até então só existiam documentos
como as Diretrizes e Parâmetros Curriculares Nacionais e normas federais que
garantiam a padronização na elaboração dos currículos.
Agora, a BNCC será a
referência nacional obrigatória para que todas as escolas desenvolvam seus
projetos pedagógicos. Cerca de 60% do conteúdo abordado em sala de aula deverá
seguir essa base curricular do MEC. O restante será determinado pelas redes
educacionais e pelas próprias escolas, respeitando a realidade local.
Professor João Pereira Leite
Postado em 06/04/2017.
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
terça-feira, 19 de julho de 2016
domingo, 29 de março de 2015
Crônica
A dura realidade de um hospital municipal
domingo, 15 de março de 2015
TUDO QUE VICIA COMEÇA COM C